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2 de mar. de 2010
Cursos Grátis - On Line
1 de mar. de 2010
A Lição do Pássaro - Joelho Dobrado
Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?Como é que ele consegue isso?
Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.
Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.
Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.
O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.
É uma maravilha, não é?
Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós.
Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.
Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecê-lo e caminhar consigo por toda sua vida!
É Ele quem renova suas forças e sua fé, e se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você Seu filho amado, basta você CRER!
"Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedires o que quiseres e vos será feito" Jô 15:7
"Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" 1 Pe 5:7
Razão e Misericórdia
Nesta pregação do dia 28.02.2010, o Pr. Luiz Antonio, nos fala sobre: "Razão e Misericórdia".
Ele utilisou os seguintes Livros:
Ele utilisou os seguintes Livros:
À " Razão", nos dá condições de termos à " Misericórdia" de Deus.
27 de fev. de 2010
Tempestades
Nesta pregação, do dia 26.02.2010, o Pr. Luiz Antônio, nos fala sobre as Tempestades em Nossa Vida, (Mateu 14:22-33). O que está acontecendo em sua vida é um problema comum, é uma tempestade, ou você está fazendo tempestade em um copo d’agua? Palavra essa, que nos fala sobre:
1º - O que é anoitecer?.
2º - Ouvir a Voz de Deus.
3º - O caminho que leva a Jesus é "Sobre Natural".
4º - Qual a diferença em "Olhar e Reparar"?.
1º - O que é anoitecer?.
2º - Ouvir a Voz de Deus.
3º - O caminho que leva a Jesus é "Sobre Natural".
4º - Qual a diferença em "Olhar e Reparar"?.
Para fazer o dowlonad, dessa mensagem, é só clicar na imagem abaixo.
Somos todos iguais.
O que diferencia são os pequenos detalhes!

E pela fisionomia, quem parece que está se divertindo mais???
26 de fev. de 2010
Consequências da Indiferença
Nesta pregação do dia 21.02.2010, o Pr. Luiz Antônio, nos fala sobre as Consequências da Indiferênça, (Jonas 1:1-3). Palavra essa, que nos fala sobre:
1º - Indiferênça à Ordem de Deus. (ao chamado de Deus, pregações, música, pessoas);
2º - Indiferênça à Adivertência de Deus. (Deus faz uso de situações e pessoas para nos adivertir);
3º - Indiferênça aos Esforços dos outros;
1º - Indiferênça à Ordem de Deus. (ao chamado de Deus, pregações, música, pessoas);
2º - Indiferênça à Adivertência de Deus. (Deus faz uso de situações e pessoas para nos adivertir);
3º - Indiferênça aos Esforços dos outros;
O que e Vitoria?
A palavra deste dia (25.02.2010 -Quinta-Feira) o Pr. Luiz Antônio, fala sobre:
a) Agir e Acreditar.
b) O que é Vitória? ( II Corintios 4:8-9)
b) Como conseguir vitórias em sua vida!
a) Agir e Acreditar.
b) O que é Vitória? ( II Corintios 4:8-9)
b) Como conseguir vitórias em sua vida!
Acreditar e agir

Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.
O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.
Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.
O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.
Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então, o barqueiro disse ao viajante:
Este barco pode ser chamado de "autoconfiança". E a margem é a "meta" que desejamos "atingir".
Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar.
Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.
Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.
Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não-violência.
Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.
Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou e agiu, superando a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.
Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender aos nativos, no mais completo anonimato.
Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.
E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?
Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.
Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.
Caso você ainda não tenha uma meta traçada ou deseje refazer a sua, considere alguns pontos: verifique se os caminhos que irá percorrer não estarão invadindo a propriedade de terceiros; se as águas que deseja navegar estão protegidas dos calhaus da inveja, do orgulho, do ódio; e, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.
Depois de tomar todas estas precauções, siga em frente e boa viagem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.
O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.
Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.
O barco, então, começou a dar voltas, sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.
Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então, o barqueiro disse ao viajante:
Este barco pode ser chamado de "autoconfiança". E a margem é a "meta" que desejamos "atingir".
Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos, ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: agir e acreditar.
Não basta apenas acreditar, senão o barco ficará rodando em círculos. É preciso também agir, para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.
Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.
* * *
Gandhi tinha uma meta: libertar seu povo do jugo inglês. Tinha também uma estratégia: a não-violência.
Sua autoconfiança foi tanta que atingiu a sua meta sem derramamento de sangue. Ele não só acreditou que era possível, mas também agiu com segurança.
Madre Teresa também tinha uma meta: socorrer os pobres abandonados de Calcutá. Acreditou e agiu, superando a meta inicial, socorrendo pobres do mundo inteiro.
Albert Schweitzer traçou sua meta e chegou lá. Deixou o conforto da cidade grande e se embrenhou na selva da África francesa para atender aos nativos, no mais completo anonimato.
Como estes, teríamos outros tantos exemplos de homens e mulheres que não só acreditaram, mas que tornaram realidade seus planos de felicidade e redenção particular.
* * *
E você? Está remando com firmeza para atingir a meta a que se propôs?
Se o barco da sua autoconfiança está parado no meio do caminho ou andando em círculos, é hora de tomar uma decisão e impulsioná-lo com força e com vontade.
Lembre que só você poderá acioná-lo utilizando-se dos dois remos: agir e acreditar.
* * *
Caso você ainda não tenha uma meta traçada ou deseje refazer a sua, considere alguns pontos: verifique se os caminhos que irá percorrer não estarão invadindo a propriedade de terceiros; se as águas que deseja navegar estão protegidas dos calhaus da inveja, do orgulho, do ódio; e, antes de movimentar o barco, verifique se os remos não estão corroídos pelo ácido do egoísmo.
Depois de tomar todas estas precauções, siga em frente e boa viagem.
Créditos: Reflexão
23 de fev. de 2010
Mudanças que não fazemos.
Mudanças que não fazemos no momento certo
se transformam em dolorosas provas.
São situações que nós mesmos criamos,
com o medo de assumir aquilo que já sabemos,
de terminar o que já terminou,
de enterrar quem já morreu,
de encerrar ciclos.
Para piorar, por vezes somos terroristas de nós mesmos,
fazendo cada “tempestade em meio a garoa fina”.
Nós nos boicotamos, fazemos papel de coitadinhos.
E se houver uma oportunidade, seremos as vítimas perfeitas.
Quem não gosta de ser consolado, confortado, receber “paparicos”?
Só tem um problema:
- A vida não olha para os nossos problemas, nem se compadece das nossas dores.
A vida simplesmente segue a sua trajetória,
vai movimentando forças e atropelando indecisões.
Ainda bem que é assim, pois quando percebemos,
lá estamos resolvendo o velho problema,
e por fim percebemos que nem doeu tanto assim.
Vai!
Se a vida te cobra uma mudança, comece pelo começo,
um bom pensamento, um pequeno gesto, uma atitude.
A estrada parece longa, mas depois dos primeiros passos,
ela vai ficando cada vez mais curta, mais conhecida,
e a sua estrada da vida, cada vez mais florida,
ainda que de vez em quando, os espinhos venham alertar,
que nem tudo são flores, mas pode ter cor, sabor
e muito, muito amor.
Mude!
Eu acredito em você
Crédito: Meu Anjo
Windows 7 – Como Crackear ?
A postagem abaixo, estou a colocar na integra do Site Win7br, .Procurando uma solução e como pra mim serviu, estou disponibilizando para os meus visitantes
_________________________________________
Mal a Microsoft divulgou a versão final do Windows 7 (Build 7600.16385), no qual ainda nem está disponível para venda e ele já foi crackeado, ao estilo OEM onde a ativação é feita offline, passando pela validação Windows Genuine Advantage (WGA) sem problemas.
Se você por uma acaso estiver usando qualquer outro crack para o Windows 7, antes de usar ambos os cracks, ou qualquer um deles, para a ativação permanente do seu Windows 7 que irei postar em seguida, é necessário então que você faça uma nova instalação “limpa” do Windows 7, ou seja, que você formate o seu computador todo e faça uma nova instalação em seguida para que não haja nenhum tipo de erro.
Como dito anteriormente, nós encontramos e testamos dois cracks para o Windows 7. O primeiro foi entitulado de 7Loader, criado pelo Orbit30, que ainda não está totalemnte completo quase completo e o outro chama-se 7Activator, desenvolvido pelo Hazar’s, que funcionou de primeira em questão de segundos em uma das nossas máquinas.
Eis então os links para download dos ativadores / cracks para o Windows 7 Ultimate:
Download 7Loader 1.5 (Criado pelo Orbit30 & Hazar juntos)
Download 7Activator (166KB) (Desenvolvido pelo Hazar)
Nota: Vale a pena lembrar que estes são programas feitos por hackers, portanto nós aqui do site NÃO nos responsabilizamos por nenhum dano em seu computador causado por estes programas. BAIXE POR SUA PRÓPRIA CONTA!
Agora uma coisa é certa…. eles funcionam perfeitamente para crackear o seu Windows 7 e tornar-lo genuino definitivamente.
Qualquer dúvida, deixe o seu comentário abaixo!
Sua nova chance!
“O estado quebrado em que se encontra o crente pouco ou muito tempo depois de um fracasso, grande ou pequeno, não é necessariamente seu estado final”A prática da restauração é a arte de nos colocarmos contritamente nas mãos do divino Oleiro para que Ele refaça o vaso quebrado e lhe dê a forma e a beleza anteriores, depois de qualquer escorregão e queda, depois de qualquer período de frieza espiritual e crise existencial, depois de qualquer escândalo e desastre de natureza religiosa, depois de qualquer aborrecimento com a igreja militante e ressentimento ou revolta contra Deus.
O estado “quebrado” em que se encontra o crente pouco ou muito tempo depois de um fracasso, grande ou pequeno, não é necessariamente seu estado final. Deus deixou essa certeza impressa nos olhos e na memória do profeta Jeremias ao levá-lo à casa de certo oleiro, em cujas mãos havia um vaso que se estragou. Em vez de jogar fora o vaso estragado, o oleiro o refez, moldando outra peça com o mesmo barro. Em seguida, o Senhor perguntou ao profeta: “Não podereis eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.” (Jr 18.6.)
Vasos quebrados
São os vasos quebrados que precisam parar nas mãos do divino Oleiro para serem outra vez modelados. Embora igualmente desintegrados e esvaziados do resplendor antigo, nem todos os vasos têm a mesma história. Certamente eles se enquadrarão em um ou mais de um dos seguintes danos ou ocorrências:
1. Perda do primeiro amor
Você está no fundo do poço porque perdeu gradativamente o entusiasmo, perdeu o gosto pela leitura da Bíblia, perdeu a vontade de orar, perdeu o gozo da comunhão com Deus, perdeu a força da esperança cristã, perdeu a capacidade de crer, perdeu o poder da fé. Tornou-se frio, insensível, incrédulo e apático. Você trocou a Casa do Senhor (Sl 122.1) pela sua casa.
2. Perda das obrigações morais
Você está no fundo do poço porque se desobrigou gradativamente dos mandamentos de Deus. Você se soltou. Fez concessões à carne, ao mundo e ao diabo. Em vez de não se conformar com este mundo (Rm 12.2), você passou a não se conformar com a obrigação imposta por Jesus de negar-se a si mesmo (Lc 9.23). Você trocou o fruto do Espírito pelas obras da carne (Gl 5.16-24).
3. Perda da pureza doutrináriaVocê está no fundo do poço porque foi se distanciando gradativamente do compromisso doutrinário. Tudo começou quando você perdeu a noção da autoridade da Palavra de Deus. A partir daí você passou a crer no Jesus histórico, e não no Verbo que se fez carne (Jo 1.14). Você passou a crer na reencarnação dos vivos, e não na ressurreição dos mortos. Você passou a sobrecarregar cada vez mais os homens e a dispensar cada vez mais o concurso de Deus. Você trocou a glória de Deus pela glória dos homens, trocou a fé pelas obras.
4. Perda do senso de dependência
Você está no fundo do poço porque se envaideceu gradativamente até ao ponto de acreditar que não precisa mais da sabedoria de Deus, da sua graça, do seu poder, da sua presença. Você pode tudo, você dá conta de tudo, você está sempre certo, a última palavra é sua. Você não é a vara, mas a própria videira (Jo 15.5). Você trocou a plenitude de Deus pela plenitude do seu próprio eu.
A capacidade do Restaurador
Basta passar os olhos na história da redenção para você descobrir ou redescobrir a capacidade sem medida do Restaurador. Não importa o tamanho dos estragos. Nem as diferentes áreas em que se deram os estragos.
1. Restauração física
Deus restaura a saúde ao doente (Is 38.16), a vista ao cego (Lc 18.42), a fala ao mudo (Mc 7.35) e o juízo ao endemoninhado (Mc 5.15.) Devolve à posição ereta a mulher por dezoito anos encurvada (Lc 13.13). Restaura a mão até então ressequida (Lc 6.10).
2. Restauração espiritual
Deus restaura o homem da queda e do pecado, justificando-o, santificando-o e glorificando-o. Ressuscita-o de entre os mortos. Dá-lhe corpo novo, revestido de incorruptibilidade e de imortalidade (1Co 15.53). Torna-o igual a Jesus Cristo (Rm 8.29-30; 2Co 3.18; Fp 3.20- 21; 1Jo 3.2).
3. Restauração do cultoDeus restaura o altar, o tabernáculo, o templo, os muros e a cidade de Jerusalém, as tribos de Israel e a glória de Jacó (Ne 2.2). Restaura a sorte de Judá e de Israel, edificando-os como no princípio (Jr 33.7).
4. Restauração ecológica
Deus restaura o planeta que o homem poluiu e estragou. Estende outra vez a camada de ozônio. Despolui rios, lagos, mares, praias e oceanos. Replanta a flora e recria a fauna. Cria novos céus e nova terra (2Pe 3.13). Redime a criação do cativeiro da corrupção “para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (Rm 8.21).
5. Restauração final
Deus em Cristo tira o pecado do mundo, refaz o que o homem fez de errado. A história não termina com a notícia de que “por um só homem entrou o pecado no mundo” (Rm 5.12), mas com a notícia de que Jesus é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).
A restauração de Davi
É quase inacreditável que um homem como Davi, a quem se atribui a autoria de 73 dos 150 salmos e que possuía certos traços de caráter muito especiais (1Sm 24.6; 26.8-11; 2Sm 23.13-17; 1Cr 21.18-27), tenha descido tanto e cometido pecados tão grosseiros depois de uma carreira acentuadamente bemsucedida e depois de conquistar a admiração de todo o povo. Os pecados desse “mavioso (afetuoso) salmista de Israel” (2Sm 23.1) não foram banais. Davi cometeu adultério com Bate-Seba, cujo esposo não era judeu, mas teria abraçado o judaísmo. Nessa ocasião, Urias, o heteu, mencionado como um dos trinta e sete valentes de Davi (2Sm 23.39), achavase ausente do lar por estar a serviço do exército de Israel no assédio à Rabá (2Sm 11.1). O segundo grande pecado de Davi foi o assassinato de Urias, “com a espada dos filhos de Amom” (2Sm 12.9). Ele matou um homem virtuoso, que não aceitava privilégios se outros estivessem privados deles (2Sm 11.6-13). Curiosamente, neste sentido, Urias era muito parecido com o rei — Davi também não quis beber a água do poço de Belém porque ela quase custou a vida de seus amigos (2Sm 23.13-17). O terceiro grande pecado de Davi foi a conexão dos dois primeiros pecados com a hipocrisia. Ele não estava interessado no bemestar de Urias quando mandou buscá-lo na frente da batalha e trazê-lo para Jerusalém. O rei queria apenas que ele se deitasse com a mulher para que a gravidez dela fosse atribuída ao esposo. O presente que Davi lhe deu era um instrumento para beneficiar o rei, e não o valente oficial do exército. Mais grave ainda foi a encenação de Joabe e de Davi para justificar a morte de Urias perante a opinião pública. Foi um caso de extrema corrupção, da qual Bate-Seba não parece estar isenta (2Sm 11.6-27).
Ora, depois de tanta miséria, o autor do salmo que descreve a onisciência e a onipotência de Deus (Sl 139) ficou em frangalhos (Sl 6.2-3), sob o peso esmagador da mão de Deus (Sl 32.4) e dentro de um tremedal de lama (Sl 40.2). Ele gastou pelo menos nove meses para reconhecer e confessar tudo de errado que havia feito (2Sm 12.13-14; Sl 32.5). Suplicou a misericórdia de Deus na forma de perdão para o pecado (Sl 6.1-7) e na forma de purificação para a injustiça (Sl 51.1-12). Aceitou a morte da criança, o incesto de Amnom, as trapalhadas de Absalão, a provocação de Simei, a maldade de Aitofel, a morte de Absalão e a sedição de Seba — como consequências diretas ou indiretas de seu mau exemplo (2Sm 12.10-12).
O processo de restauração tinha de incluir todos esses acontecimentos e demorou mais de dez anos. Ao cabo de tudo, Davi recuperou o prestígio, a autoridade, o trono, a comunhão com Deus, a delicadeza de seu caráter, as bênçãos de Deus e a experiência de que “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20). É ele mesmo quem conta: “De todos os meus filhos, porque muitos filhos me deu o Senhor, escolheu ele a Salomão para se assentar no trono do reino do Senhor, sobre Israel.” (1Cr 28.5.) Ora, esse Salomão era filho “da que fora mulher de Urias” (Mt 1.6). Criado pelo profeta Natã (2Sm 12.25), o mesmo que acusou Davi de adultério, Salomão foi também escolhido por Deus para edif icar o Templo do Senhor em Jerusalém (1Cr 28.6). O ponto mais alto da graça de Deus, porém, está na presença de Davi e Bate-Seba na árvore genealógica de Jesus Cristo, ao lado da virtuosa Maria e de algumas mulheres (Tamar, Raabe e Rute), que jamais estariam ali se não fosse a maravilhosa e soberana graça de Deus (Mt 1.1-17). A Bíblia registra também que Davi “morreu em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória” (1Cr 29.28). Talvez este seja o mais extraordinário exemplo de restauração de toda a Escritura!
A restauração de Pedro
A maneira como Jesus restaurou a vida de Pedro é uma verdadeira aula de psicologia e terapia pastoral. O apóstolo havia cometido vários erros: não levou a sério o aviso de Jesus de que o negaria por três vezes consecutivas, não se lembrou de que a temperatura do ambiente espiritual não é obrigatoriamente a mesma em circunstâncias diferentes (a diferença era enorme entre o Cenáculo e o Getsêmani) e emitiu cheques de valores muito altos sem o necessário suprimento: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei.” (Mt 26.35.) Por causa dessa falta de avaliação adequada e justa, Pedro negou o Senhor três vezes consecutivas e f icou arrasado: “E, caindo em si, desatou a chorar.” (Mc 14.72.) Logo ele, a quem Jesus havia dito na presença de todos: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja.” (Mt 16.18.)
A pública restauração de Pedro se deu a menos de quarenta dias depois da ressurreição de Jesus, num cenário idêntico ao de sua chamada para ser pescador de homens, cerca de três anos antes (compare Lc 5.1-11 com Jo 21.1-23). Depois da pesca maravilhosa e da refeição, ali mesmo na praia, estando todos reunidos em torno do Senhor ressuscitado, sem mais nem menos, Jesus perguntou três vezes consecutivas a Pedro se ele o amava, dando ao apóstolo a oportunidade de declarar também por três vezes consecutivas em voz alta o seu amor por Jesus. A cada resposta de Pedro, o Senhor lhe dizia: “Apascenta as minhas ovelhas”. No f inal daquele encontro, a tríplice indagação, a tríplice declaração de amor e a tríplice comissão haviam cancelado emocionalmente a tríplice negação de Pedro, livrando-o da “excessiva tristeza” (2Co 2.7), curando-o de qualquer complexo e tirando-o outra vez da pesca para o apostolado (Jo 21.15-23). Os textos que contam o fracasso e a restauração de Pedro, mostram sucessivamente os cinco diferentes estados emocionais do apóstolo: Pedro seguro demais, Pedro simples demais, Pedro covarde demais, Pedro triste demais e Pedro apaixonado demais.
O caminho da restauraçãoPara sair do fundo do poço, é preciso fazer alguma coisa. Não o impossível. Apenas o possível. O impossível corre por conta de Deus. São coisas simples, mas fundamentais:
1. Entre com o desejoEsse é o início de todo o processo. O “eu não quero” (Sl 81.11; Ap 2.21) atrapalha tudo. Lembre-se do lamento de Jesus sobre Jerusalém: “Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mt 23.37.) Mas até para querer é possível contar com o auxílio do Senhor: “Deus está operando em vocês, ajudando-os a desejar obedecer-lhe, e depois ajudando-os a fazer aquilo que Ele quer.” (Fp 2.13, BV.)
2. Entre com o pedidoComece a orar perseverantemente para Deus o tirar “de um poço de perdição, dum tremedal de lama” (Sl 40.2). Veja o tríplice pedido de restauração de Israel no Salmo 80: “Restaura-nos, ó Deus” (v. 3); “Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos” (v. 7); “Restaura-nos, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (v. 19).
3. Lembre-se de onde, quando e como começou a crise que o deixou no fundo do poço
Você precisa pegar o fio da meada outra vez. Foi este o conselho de Jesus àquele que havia abandonado o seu primeiro amor: “Lembra-te, pois, de onde caíste[...]" (Ap 2.5 a.) Em outras palavras, ele está dizendo: “assuma o que você fez de errado”. Note bem, é preciso lembrar para confessar.
4. Confesse o iceberg todo
Não é para confessar apenas o pecado mais grosseiro ou apenas os pecados mais leves. É preciso confessar tudo: a segurança demasiada, as brincadeiras “inocentes”, as pequenas e grandes concessões, a falta de vigilância, a negligência devocional e o pecado de rebelião. Note bem, é preciso confessar para não mais lembrar.
5. Renove a aliança
Você precisa voltar “à prática das primeiras obras” (Ap 2.5), aquelas que você observava com zelo e com alegria no passado. Comprometa-se outra vez. Faça uma nova profissão de fé. Enfie de novo o pescoço debaixo do jugo libertador de Cristo: “Tomai sobre vós o meu jugo.” (Mt 11.29.)
6. Deixe o resto com Deus
Este resto é o mais difícil, mas Deus o fará. Ele vai curar as feridas, cuidar das cicatrizes, consertar os traumas, recuperar o tempo perdido, acabar com os complexos, comissionar outra vez, devolver a alegria perdida e acalmar o seu coração. Fique certo disso: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará.” (Sl 37.5.)
Exercícios de reflexão
1. Deus pode tirá-lo do fundo de um poço de perdição? De um tremedal de lama? De um alçapão fechado por fora?
2. Em que sentido é preciso lembrar de tudo que você fez de errado para confessar e confessar tudo que você faz de errado para não mais lembrar de nada?
3. Depois de cada declaração de amor de Pedro, Jesus lhe deu a seguinte ordem: “[...] Apascenta os meus cordeiros.” (Jo 21.15.) O que isso significa para você?
4. Você tem feito sempre que necessário a humilde súplica: “Restaura-me, Senhor”?
:: Por Elben Cesar
Fonte: Jornal Atos Hoje
Créditos: Juventude Jardins
22 de fev. de 2010
Parangolé – Rebolation Verão 2010
Lista de Músicas01 AberturaTamanho: 70 MB
02 Rebolation
03 Por do Sol
04 Favela
05 Parangole Balacubaco
06 Quebradinha (nova)
07 Negro Lindo (nova)
08 Chora Me Liga
09 Te Beijar
10 Comigo é Na Base Do Beijo
11 Só as Cabeças+Problematica
12 Jogue as Cadeiras
13 Mamoeiro
14 Todinha
15 Balaio+Tome Todinha / Inheco / Pode Pular
16 Patinha / Atoladinha
17 Lobo Mau
18 Mexa o Bumbum
19 Toda linda
20 Bota Pagodão
21 Desço a Madeira
22 Pipoca
23 Rebolation
24 Encerramento
Formato: Rar/Mp3
Ano de Lançamento: 2010
Download Megaupload
Créditos: Piratas da Web
21 de fev. de 2010
Amor...
Não é verdadeiro que ela dará seu perfume somente se um rei passar por ali, e o negará se por ali passar um mendigo.
Se passar um mendigo, a flor dará seu perfume.
Se passar um rei, a flor dará seu perfume.
Se ninguém passar, mesmo assim a flor continuará a espalhar seu perfume.
O perfume é o modo de ser da flor.
Não é um relacionamento.
Nosso amor é um relacionamento.
E quando o Amor é um relacionamento, ele cria miséria. Quando o Amor é um modo de ser, cria a bem-aventurança.
Buddha também está amando, mas ele não procura amar você.
Simplesmente, em virtude de seu modo de ser, seu amor se espalha .
Seu Amor torna-se um perfume e se espalha pelos mais longínquos cantos da Terra.
Se você puder sentir sua Música interior, sua Verdade interior, sua Fé interior, seu Amor interior, sua Confiança interior, começará a reconhecer todos eles ao seu redor.
Todo o Universo mudará a seus olhos, porque você mudou.
Tudo o que sentir em seu interior, será agora sentido ao seu redor.
O mundo permanece o mesmo; mas quando você muda, tudo muda.
De acordo com você, seu Universo torna-se diferente.
Se você está enraizado no Divino, toda a existência está enraizada no Divino.
Se você está enraizado na maldade, toda a existência é um inferno.
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