4 de out. de 2011

Teoria Geral do Estado e Ciência Política (Apostila)

ESTADO
Segue o arquivo em PDF pra baixarem, é só clicar na imagem acima, ou as proprias imagens para serem visualidas, que seguem abaixo, para tanto é só dar dois clices na mesma que elas ficarm em tamanho maior.
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Protocolo da Aula de Sociologia do Dia 04.10.2011

TEMA DA AULA: CONT.: A RESPOSTA DE MARX – O MATERIALISMO HISTÓRICO

OBJETIVO: ENTENDER QUEM CONSTRUIU A HISTÓRIA (O VERDADEIRO SUJEITO)

evolucao20do20trabalhoNo inicio da aula foi explicado pelo professor que, para Marx a estrutura econômica é a base concreta em que se assenta qualquer formação social. Desse modo passa a ser revelada uma sociedade dividida em classes e segundo Marx é gerada uma certa alienação por meio da disparidade entre o poder produtivo e a impotência de trabalhadores, sendo assim todas as relações humanas tendem a se tornar mercadológicas.

Para Marx o trabalhador é um produto que perde valor a medida que o produto fruto do seu trabalho, que lhe é imposto unicamente pela força do capitalismo ganha. Dessa forma é possível considerar algumas categorias de alienação: política (o trabalhador passa a não participar de decisões), de produção (O trabalhador realiza apenas tarefas especificas, não compreendendo ele o processo de produção como um todo), de consumo ( o trabalhador não fica com o produto fruto do seu trabalho).

Também foi possível compreender que a expansão da DST leva a alienação e o aumento das propriedades privadas, propriedades estas que são de uma minoria que podemos chamar de burgueses, uma sociedade que surge a partir da luta de classes.

A desintegração do feudalismo e a emergência do capitalismo que relacionam-se diretamente com a oposição entre campo e cidade e supremacia foram pontos importantes citados durante a aula, o que consequentemente gerou a expropriação dos meios de produção dos camponeses livres e o fim da associação de pessoas que tinham os mesmos interesses, surgindo a partir dai os assalariados e a ruína da nobreza feudal contribuindo assim para o avanço do capitalismo.

A ruína dos latifundiários passou a atrair trabalhadores assalariados, expandindo o poder monárquico e acelerando de certo modo a derrocada do feudalismo. Diante de toda essa revolução podemos observar que a diferenciação entre burgueses e proletariados não existem de forma pura, para Marx há outras categorias como: classes intermediárias (pequenos proprietários); camadas que mantém dependência funcional (funções administrativas); lumpem proletariado (indivíduos que vivem na miséria, marginais).

Ate que ponto o individuo é autônomo diante da sociedade? A Resposta de Kal Mark.

 
Karl_Marx
É O MATERIALISMO HISTÓRICO.
Ate que ponto os indivíduos são autônomos diante das imposições sociais, que lhe direcionam as opções em maior ou menor grau? 

Karl Marx se pergunta: Quem é o verdadeiro sujeito que move a história?

Esse sujeito é a RELAÇÃO DIALÉTICA (Arte de raciocinar com método) entre o SUJEITO (homem) e o MUNDO (objeto), através do TRABALHO. Desta forma segundo Karl Marx quem produz a história, é essa Dialética, entre o homem, mundo e o trabalho.
Vamos entender na prática

Um individua que viveu a 6.000 atrás, qual é a base econômica dele?

É a agricultura, pois o individuo, percebeu que, uma fruta ao cair no solo, com um tempo depois essa fruta da lugar a outra planta do mesmmo fruto, ou seja, se ele de forma consciente, fizer esse processo, ele terá vários pés daquela fruta, e assim iniciou a agricultura. O homem fixou moradia, parou de ser nômade.

Com essa ação, já começou a ocorrer transformações nesta sociedade, pois os filhos dessa pessoa, terão uma realidade econômica, radicalmente diferente a anterior, pois ele não precisara junto com os seus pais, estarem migrando de um lugar para outro, como nomades,  pois terão, próximo a ele o alimento, ou seja, a economia foi o que moveu a história, chamada de materialismos histórica.

Homem => Mundo => Trabalho = Materialsmo Histórico.

fundamentos da economiaA economia se transformou pela ação do homem, mas ela já existia baseada no pastoril e na coleta, mas com a agricultura, permitiu que o homem ficasse sedentário, haja vista não precisaria mas se deslocar, dispender muita energia, para chegar a uma nova região que lhes provesse alimento.
Essa relação do homem e o mundo através do trabalho mudou a história, é o que Karl Marx fala, é a dialética do homem, mundo com o trabalho.
As escolhas do individuo estavam determinadas pelas condições econômicas. São os homens que movem a história através do trabalho, mas uma vez estabelecida uma relação econômica, ela (economia) se volta para os homens.
Em outras palavras são os homens que fazem a história, mas não da forma como querem, mas sim através das condições que foram herdadas, ou seja, a economia deixada pelos seus antecessores. Nós agimos como membros de uma determinada economia, com isso ela, a economia é que determina a história.

sindicatosbrasilA economia é chamada por Karl Marx, de Estrutura, e ela determina o resto chamado de Superestrutura (Estado, Leis, Ideologia, Moral, Costumes, Cultura).
Karl Marx, diz que as condições culturais, as leis, são reflexões da economia, e para isso, temos que analisar os meios de produção, e as forças produtivas, se eu entender como isso funciona eu entenderei os costumes.

Para usarmos a teoria de Karl Marx, temos que conhecer, as condições estruturais da economia, e elas residem, nos instrumentos de produção, e das força produtiva, e a relação entre eles.
Se quisermos conhecer a cultura de um povo, temos que entender a economia desse povo, quais são os instrumentos de produção, quais são as forças produtivas, como elas atuam, se você entender essa relação econômica, entenderá a natureza das leis, os costumes, dessa sociedade, pois para Karl Marx, tudo é um reflexo da economia.
Vamos pensar em nossa economia?

Quais são os meios de produção em nossa sociedade?pensador capitalista
Os meios de produção são monopolizados por uma classe especifica que é a burguesia, existe uma propriedade privada dos meios de produção, isso resulta em uma divisão de classes, essa divisão de classes, é algo concreto, de fato.
Essa estrutura do capitalismo gera um tipo de lei, de ideologia, o fato de existir esse tipo de estrutura econômica, o capitalismo, existe a separação de classes, faz com que nossa ideologia separe algumas coisas, como enxergar de forma diferente um acidente com um carro de luxo como um camaro, e um fusca, no primeiro sentiremos dor, angustia, pois é um veículo caro, já no segundo, fazemos até brincadeira ou desdenhamos do fato, por ser economicamente “inferior” ao outro, conforme essa ideologia capitalista, nós a adquirimos, desde tenra idade, e isso fica arraigado no ser humano e é transmitido para as futuras gerações.
indio-Pra Karl Marx, não existe em nossa sociedade uma cultura como em algumas tribos indígenas, onde, por exemplo, o índio compartilha, com todos alguns objetos que não esteja usando, como um barco por exemplo.
Isso não ocorrer, pelas condições econômicas do nosso sistema, capitalista que divide a sociedade em duas, e legitima a propriedade privada, vai alimentar a nossa ideologia, a nossa forma de pensar, sobre o que é propriedade.

Então não é do homem, pensar assim, mas do homem capitalista, pensar assim, provocando uma divisão social, a partir do que elas têm. É da estrutura capitalista. O homem não pensa assim, mas é condicionado a pensar assim, pela transmissão cultural, e ideológica desse modelo capitalista que temos.

As pessoas estão presas às condições econômicas, herdadas, mas podem haver transformações.

Ex: A Nobreza caiu! Os faraós caíram! Os imperadores romanos, caíram! Ou seja, tudo é passageiro, muda.

Fontes: Texto: compreensão, do exposto em sala.
             Imagens: Retiradas da internet

3 de out. de 2011

O Encanto Nosso de Cada Dia!

gaiolaAinda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna?
A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência. Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia. Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto.
O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar.
Foi então que a menina descobriu que, o canto do pássaro só existia, porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir. Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto, a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida. O encanto alivia a existência...Aprisionado, ela o possuia, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!
Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto... Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.
Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.
Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.
Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos...
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.
Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora...
Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui.
E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o passaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.

Padre Fábio de Melo

Protocolo da Aula de Sociologia do Dia 03.10.2011

 

TEMA DA AULA: A RESPOSTA DE MARX –O MATERIALISMO HISTÓRICO

OBJETIVO: ENTENDER QUEM CONSTRUIU A HISTÓRIA (O VERDADEIRO SUJEITO)

O MATERIALISMO HISTÓRICONo inicio da aula o professor Gilberto explicou em relação ao pensamento de Hegel, onde segundo ele a história se manifesta na família por meio de um certo altruísmo, ou seja, a razão em si. Hegel considerava ainda que a sociedade civil burguesa era egoísta, pois tinha a razão voltada para si sem se importar com as demais classes. Já o Estado apresentava duas faces, pois tinha a razão em si e para si.

Para Marx o verdadeiro sujeito da história é a relação dialética do sujeito com o mundo por meio do trabalho, segundo ele a economia é quem move a história, pois será através dela que serão determinadas a escolha dos indivíduos e baseado no consumo passará a existir uma certa diferenciação de classes.

A formação de Estruturas, ou seja, relação dialética entre homem e mundo serão as responsáveis em definir as Superestruturas como: Estado, Ideologia, Moral, Cultura e muitas outras que se tornarão de suma importância para a sociedade. Desse modo partindo para a questão econômica de uma determinada sociedade, Para que possamos entende-la é necessário conhecer primeiro a sua história.

Um exemplo importante citado em sala de aula foi o momento em que deu-se inicio a agricultura, onde um determinado indivíduo por meio da observação pode constatar que se planta-se as sementes de um determinado fruto, com um certo tempo germinaria e consequentemente podendo-se produzir em maiores quantidades e podendo por um fim na questão do deslocamento dos indivíduos de um lugar para outro, sedentarizando famílias o que irá gerar o surgimento das propriedades privadas dos meios de produção tendo como consequência a divisão de classes.

2 de out. de 2011

O que é uma lei?




O que é uma Lei?

É um diploma legislativo (projecto ou proposta de lei)  promulgado pelo Presidente da República depois de aprovado pela Assembleia da República.
Antes de sair da AR chama-se decreto e só se transforma em lei depois da aprovação do PR.
Como são elaboradas as leis?
A iniciativa legislativa pode partir dos Deputados ou dos Grupos Parlamentares (projectos de lei) e do Governo ou das Assembleias Legislativas Regionais (propostas de lei).
Existe ainda a possibilidade de um grupo de cidadãos eleitores assumirem a iniciativa, exercendo, desta forma, o direito de iniciativa legislativa.
Depois de admitido pelo Presidente da Assembleia, o diploma é objecto de um parecer por parte de uma Comissão especializada seguindo-se o seu debate na generalidade em reunião Plenária. A votação na generalidade incide assim sobre as linhas gerais da iniciativa.
Já o debate e a votação na especialidade consistem numa avaliação de cada artigo individualmente. Dependendo da matéria esta segunda votação pode ser feita em Plenário ou em Comissão.
Finda a discussão e a votação na especialidade, o texto final – a que chamamos Decreto da Assembleia da República e que resulta da aprovação em votação final global em Plenário – é enviado ao Presidente da República para promulgação, após a qual é publicado, como Lei, no Diário da República.

O que é o veto?
O veto consiste na recusa de promulgação, pelo Presidente da República, dos decretos da Assembleia da República ou do Governo. O veto pode ser político, ou ter por base a decisão do Tribunal Constitucional pronunciando-se pela inconstitucionalidade do documento ou de algumas das suas normas.
Caso seja vetado, o respectivo decreto é devolvido à Assembleia da República solicitando nova apreciação do diploma.
Se a Assembleia confirmar o voto anterior por maioria absoluta dos Deputados em funções o Presidente deverá promulgar o Decreto não podendo vetá-lo novamente.

O que é uma autorização legislativa?
Em matérias que são da exclusiva competência da Assembleia da República, o Governo pode apresentar uma proposta de lei, pedindo autorização para legislar.



O que é o direito de iniciativa legislativa?

Este direito permite que grupos de cidadãos eleitores possam apresentar projectos de lei e participar no procedimento legislativo.
Os projectos de lei devem ser subscritos por um mínimo de 35.000 cidadãos eleitores e apresentados por escrito ao Presidente da Assembleia da República.
Apesar da lei existir desde 2003, até hoje só foi apresentada e aprovada uma iniciativa legislativa, por parte da Ordem dos Arquitectos.


O que é o direito de petição?


É um direito universal e gratuito que consiste na possibilidade de apresentar exposições escritas para defesa de direitos, da Constituição, da lei ou do interesse geral. Pode ser exercido junto de qualquer órgão de soberania ou de quaisquer autoridades públicas, à excepção dos tribunais.
Uma vez apresentada, a petição é analisada por uma Comissão competente em função da matéria a que diz respeito.
Qualquer petição subscrita por um mínimo de 1.000 cidadãos é, obrigatoriamente, publicada no Diário da Assembleia e, se for subscrita por mais de 4000 cidadãos, é apreciada em Plenário.

O que é o referendo?
É um instrumento democrático, de participação, através do qual os eleitores são chamados a pronunciar-se directamente sobre determinados assuntos de interesse relevante.
A participação é feita por sufrágio directo e universal, e as decisões são vinculativas quando votam mais de 50% dos eleitores.
No período democrático, houve 3 referendos: dois sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, e um sobre a regionalização.
Fonte: Parlamento Global



1. LeisAnacrônicas - as que denominamos por anacrônicas são leis queenvelhecem durante o seu período de vigência e não foram revogadas por obra dolegislador. Permanecem imutáveis, enquanto que a vida evolui. Durante uma épocacumpriram a sua finalidade, para depois prejudicar o avanço social. Olegislador negligenciou, permitindo a defasagem entre as mudanças sociais e alei. A própria vida social incumbiu-se de afastar a sua vigência, ensaiandonovos esquemas disciplinares, em substituição à lei anacrônica.

2. LeisArtificiais - como processo de adaptação social, o Direitodeve ser criado à imagem da sociedade, revelando os seus valores e as suasinstituições. A lei que não tem por base a experiência social, que é meracriação teórica e abstrata, sem vínculos coma a vida da sociedade, não podecorresponder à vontade social. Seus modelos de comportamento não têm condiçõesde organizar a vida desse povo. São artificiais, fruto apenas do pensamento,distanciados da realidade que vão governar. A Icílio Vanni não escapou esteaspecto, ao salientar que '... quando falta toda correspondência entre a normajurídica e os sentimentos públicos, a eficácia real da norma está comprometidae, às vezes, poderá mesmo cair em desuso.'

3. LeisInjustas - a incompetência ou desídia do legislador podelevá-lo à criação de leis irregulares, que vão trair a mais significativa dasmissões do Direito, que é a de espargir justiça. Lei injusta é aquela que negaao homem o que lhe é devido ou que lhe confere o indevido. Um coeficiente dasleis em desuso decorre da natureza das leis injustas.

4. LeisDefectivas - há leis que não foram planejadas comsuficiência, revelando-se, na prática, sem condições de aplicabilidade. Sãoleis que não fornecem todos os recursos técnicos para a sua aplicação, exigindouma complementação do órgão que as editou. Faltando os meios necessários à suavigência, tais leis deixam de ingressar no mundo jurídico. São leis que já nascemcom a marca do desuso.

30 de set. de 2011

Elementos de Teoria Geral do Estado

ELEMENTOS DE TEORIA GERAL DO ESTADOOs dados teoricos constantes neste livro continuam inteiramente validos para a busca do conhecimento do estado, como tambem a continua e íntegra crenca que esse conhecimento devera ser util para a construção de uma nova sociedade voltada para a realização do bem comum.

OBS: Para baixar esta obra, é só clicar na imagem acima.

Constituição Brasileira

 

constituicaoO Senado Federal disponibiliza, em pdf, a Constituição da República Federativa do Brasil, desde o texto promulgado em 1988, incluindo as diversas emendas, conforme o ano e o mês de sua publicação, até a última emenda em vigor: o Texto consolidado até a Emenda Constitucional nº 5 de 18 de dezembro de 2008, com 98 páginas.

OBS:

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  2º - Se preferir ver “On Line”, acesse esse link CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

Through the Wormhole – Is There a Creator? [1ª e 2ª Temporada]

 

1ª TEMPORADA (HDTV) – Download (8872) | (720p)Download (2053)

2ª TEMPORADA
EPISÓDIO 01(HDTV) - Download (1847) | (720p)Download (1013)
EPISÓDIO 02 (HDTV) - Download (1399) | (720p) - Download (805)
EPISÓDIO 03 (HDTV) - Download (1187) | (720p) - Download (668)
EPISÓDIO 04 (HDTV) - Download (815) | (720p) - Download (431)
EPISÓDIO 05 (HDTV) - Download (367) | (720p) - Download (191)

EPISÓDIO 06 [NOVO] (HDTV) - Download (193) | (720p) - Download (103)

(Créditos em alguns episódios: Lucas Steffen)

Novo Código Civil Brasileiro (Download)

codigo

Para conhecer os direitos e deveres que possuimos, nada melhor do que consultar diretamente a fonte de informações, encontradas em forma de leis. O grande conjunto de regras - as leis - existentes foram formuladas para dar aos cidadãos a asseguração de poderem viver harmoniosamente entre si e com o estado ao qual fazem parte.

O Código Civil Brasileiro  traz 2046 artigos que regem os mais variados aspectos da vida do cidadão brasileiro, dentre eles o direito sobre sua propriedade, relações com o poder judiciário, relações entre cobrador e devedor, definição de heranças e testamentos e vários outros aspectos da lei.

Fonte: Super Downloads 

OBS:

1º – Para Baixar e te-lo em teu PC é só clicar na imagem.

  2º - Se preferir ver “On Line”, acesse esse link CÓDIGO CIVIL

29 de set. de 2011

Modifique pra Melhor


Dos relacionamentos que você já teve, quais foram as ocasiões em que verdadeiramente você foi modificado para melhor?

Será que você é a lembrança doida na vida de alguém? Será que você já construiu cativeiros? Ou será que já viveu em algum?
Será que já idealizou demais as situações, as pessoas e por isso perdeu a oportunidade de encontrar situações e as pessoas certas?
Sejam quais forem as respostas, não tenha medo delas. Perguntar-se é uma maneira interessante de se descobrir como pessoa, pois as perguntas são pontes que nos favorecem travessias." Pe. Fabio de Melo

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28 de set. de 2011

Um Toque de Clássicos - Marx - Durkheim - Weber

2º Edição - um Toque de Clássicos - Marx - Durkheim - Weber - Revista e Atualizada

Para baixar dita obra em formato PDF, é só clicar na imagem ao lado.

Sinopse: Já um sucesso entre professores e estudantes das ciências sociais, aborda tópicos fundamentais da obra de Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber, com o objetivo de facilitar aos leitores o acesso ao pensamento desses três grandes teóricos da sociologia. Sua linguagem clara e didática, é de grande utilidade para os professores e estudantes de nível superior, em cursos de introdução à teoria sociológica e de atualização para professores de ensino médio e fundamental. Através do uso de citações e de sua análise sistemática, oferece uma coerente visão de conjunto, ampliando seu foco de abrangência a textos menos divulgados. Tudo isso contribuiu para que se tornasse um sucesso de norte a sul do Brasil.

A obra indicado pelo Professor Gilberto, é a “Sociologia Clássica - Marx, Durkheim e Weber - Carlos Eduardo Sell”, não tem a dispibilidade dela em PDF, mas para que alguém possa adquirir em alguma livraria, segue a capa da mesma.

Sociologia Classica   ou    Sociologia Classica1

Abaixo um breve resumo encontrado na net, e infelizmente não tenho os créditos de quem o fez, se alguém souber, me avisa para colocar os devidos créditos.

RESUMO:

Os clássicos da Sociologia (Augusto Comte, Émile Durkheim, Max Weber, Karl Marx)

  • Augusto Comte

Não podemos esquecer que Comte era matemático e possuía uma visão mais objetiva da sociedade. Augusto Comte criou a teoria da Física Social. Ele acreditava que a sociedade possuía um funcionamento semelhante ao de uma máquina (analogia mecânica).

Comte também acreditava que as sociedades evoluíam da mesma maneira. Para explicar tal evolução, ele criou a Lei dos Três Estados e afirmava que as sociedades passavam por três estágios/estados diferentes: o teológico, o metafísico e o positivo.

Esse sociólogo também defendia a possibilidade de aplicar as leis das ciências naturais às ciências sociais (positivismo comtiano).

De acordo com o pensamento de Comte, a sociedade se sobrepunha ao indivíduo, ou seja, este deveria ser compreendido a partir do contexto global que se encontrava inserido.

  • Émile Durkheim

Durkheim era seguidor de algumas ideias de Comte, e também foi considerado positivista, mas suas contribuições foram diferenciadas.

Émile Durkheim também acreditava que a sociedade, com suas leis, era responsável pelas atitudes dos indivíduos, ou seja, aqui também permanecia a ideia de que a sociedade se sobrepunha ao indivíduo.

Ex: Um indivíduo usa trajes sociais em festas de gala, porque a sociedade, através de suas normas e costumes sociais impõe essa conduta.

Ele desenvolveu a teoria do Fato Social e estabeleceu que os fatos sociais possuíam três características: generalidade, exterioridade e coercitividade.

Durkheim também trabalhou com as noções de fato social normal e fato social patológico (que fugia à normalidade).

Ele se preocupava com o bom funcionamento da sociedade e era chamado de funcionalista.

Ele defendia que a sociedade para funcionar bem, deveria ter suas instituições sociais (família, escola, igreja…) em bom funcionamento.

Quando essas instituições sociais estivessem em crise, a sociedade não estaria funcionando bem e estaria vivenciando o que ele chamava de anomia social.

Ex: em uma sociedade onde cresce o número de desempregados, o número de assaltos, o número de assassinatos, é possível afirmar, de acordo com as ideias de Durkheim, que suas instituições sociais não estão em bom funcionamento e, portanto, ela encontra-se em estado de anomia social.

  • Max Weber

Max Weber, diferentemente dos estudiosos anteriores, focou seus estudos nos indivíduos e suas ações.

Defendia que o indivíduo tinha vontade própria, e, por isso, acreditava que para compreender a vida em sociedade era preciso entender o que estava levando o indivíduo a agir de determinada maneira.

Weber desenvolveu o conceito de ação social.

Para ele, nem toda ação de um indivíduo era social, só seria considerada ação social aquela que levasse em consideração alguma orientação de outro indivíduo. Esse indivíduo poderia ser, apenas um indivíduo, vários deles, indivíduos determinados ou mesmo indeterminados.

Ex:1) Um indivíduo tem uma dívida com o banco. Ele vai até uma agencia bancária e realiza o pagamento em dinheiro, porque sabe que a pessoa que trabalha no banco também aceitará o dinheiro como moeda de troca, e, portanto, como forma de pagamento da dívida. Quando esse indivíduo pensou em pagar sua dívida em dinheiro, tinha em mente que o outro indivíduo aceitaria o dinheiro pela dívida, ou seja, agiu levando em consideração alguma orientação de outro indivíduo. (uma ação social)

Ex: 2) Uma pessoa sai de casa e começa a chover. Ela resolve abrir sua sombrinha. Perceba que neste exemplo a pessoa age sem levar em consideração a orientação de qualquer indivíduo, mas apenas de um acontecimento da natureza (a chuva). Nesse caso não temos uma ação social, mas uma ação individual.

Max Weber preocupou-se em estudar as ações sociais.

De acordo com suas ideias, a sociedade não estava acima dos indivíduos e esses também não agiam somente em função do contexto social, Weber acreditava que era preciso compreender os indivíduos em suas relações sociais, para compreender a sociedade.

  • Karl Marx

Muito contribuiu para o desenvolvimento da Sociologia ao analisar e criticar a organização social, política, econômica, jurídica, ideológica e cultural da sociedade capitalista.

Marx desenvolveu a TEORIA DO MATERIALISMO HISTÓRICO.

De acordo com essa teoria:

As Relações Sociais de Produção + As Forças Produtivas = A Base econômica das sociedades hierarquicamente construídas

“ O MODO DE PRODUÇÃO DA VIDA MATERIAL CONDICIONA O DESENVOLVIMENTO DA VIDA SOCIAL, POLÍTICA E INTELECTUAL EM GERAL.”

Ao estudar o Capitalismo Marx afirmava que a jornada do trabalhador era composta da seguinte forma:

Trabalho necessário = remunerado com o salário do trabalhador + Trabalho excedente = “mais valia”, ou seja, o trabalho não pago e apropriado pelo capitalista, decorrente da exploração do trabalhador (trabalho morto).

Juntamente com Engels redigiu o famoso

MANIFESTO COMUNISTA.

Outra obra de grande importância escrita por Marx foi

O CAPITAL.

Para ele a história da humanidade era a história da luta de classes.