4 de out. de 2011
Teoria Geral do Estado e Ciência Política (Apostila)
Protocolo da Aula de Sociologia do Dia 04.10.2011
TEMA DA AULA: CONT.: A RESPOSTA DE MARX – O MATERIALISMO HISTÓRICO
OBJETIVO: ENTENDER QUEM CONSTRUIU A HISTÓRIA (O VERDADEIRO SUJEITO)
No inicio da aula foi explicado pelo professor que, para Marx a estrutura econômica é a base concreta em que se assenta qualquer formação social. Desse modo passa a ser revelada uma sociedade dividida em classes e segundo Marx é gerada uma certa alienação por meio da disparidade entre o poder produtivo e a impotência de trabalhadores, sendo assim todas as relações humanas tendem a se tornar mercadológicas.
Para Marx o trabalhador é um produto que perde valor a medida que o produto fruto do seu trabalho, que lhe é imposto unicamente pela força do capitalismo ganha. Dessa forma é possível considerar algumas categorias de alienação: política (o trabalhador passa a não participar de decisões), de produção (O trabalhador realiza apenas tarefas especificas, não compreendendo ele o processo de produção como um todo), de consumo ( o trabalhador não fica com o produto fruto do seu trabalho).
Também foi possível compreender que a expansão da DST leva a alienação e o aumento das propriedades privadas, propriedades estas que são de uma minoria que podemos chamar de burgueses, uma sociedade que surge a partir da luta de classes.
A desintegração do feudalismo e a emergência do capitalismo que relacionam-se diretamente com a oposição entre campo e cidade e supremacia foram pontos importantes citados durante a aula, o que consequentemente gerou a expropriação dos meios de produção dos camponeses livres e o fim da associação de pessoas que tinham os mesmos interesses, surgindo a partir dai os assalariados e a ruína da nobreza feudal contribuindo assim para o avanço do capitalismo.
A ruína dos latifundiários passou a atrair trabalhadores assalariados, expandindo o poder monárquico e acelerando de certo modo a derrocada do feudalismo. Diante de toda essa revolução podemos observar que a diferenciação entre burgueses e proletariados não existem de forma pura, para Marx há outras categorias como: classes intermediárias (pequenos proprietários); camadas que mantém dependência funcional (funções administrativas); lumpem proletariado (indivíduos que vivem na miséria, marginais).
Ate que ponto o individuo é autônomo diante da sociedade? A Resposta de Kal Mark.
3 de out. de 2011
O Encanto Nosso de Cada Dia!
Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna?
A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência. Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia. Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto.
O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar.
Foi então que a menina descobriu que, o canto do pássaro só existia, porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir. Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto, a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida. O encanto alivia a existência...Aprisionado, ela o possuia, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!
Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto... Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.
Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.
Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.
Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos...
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.
Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora...
Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui.
E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o passaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.
Protocolo da Aula de Sociologia do Dia 03.10.2011
TEMA DA AULA: A RESPOSTA DE MARX – “O MATERIALISMO HISTÓRICO”
OBJETIVO: ENTENDER QUEM CONSTRUIU A HISTÓRIA (O VERDADEIRO SUJEITO)
No inicio da aula o professor Gilberto explicou em relação ao pensamento de Hegel, onde segundo ele a história se manifesta na família por meio de um certo altruísmo, ou seja, a razão em si. Hegel considerava ainda que a sociedade civil burguesa era egoísta, pois tinha a razão voltada para si sem se importar com as demais classes. Já o Estado apresentava duas faces, pois tinha a razão em si e para si.
Para Marx o verdadeiro sujeito da história é a relação dialética do sujeito com o mundo por meio do trabalho, segundo ele a economia é quem move a história, pois será através dela que serão determinadas a escolha dos indivíduos e baseado no consumo passará a existir uma certa diferenciação de classes.
A formação de Estruturas, ou seja, relação dialética entre homem e mundo serão as responsáveis em definir as Superestruturas como: Estado, Ideologia, Moral, Cultura e muitas outras que se tornarão de suma importância para a sociedade. Desse modo partindo para a questão econômica de uma determinada sociedade, Para que possamos entende-la é necessário conhecer primeiro a sua história.
Um exemplo importante citado em sala de aula foi o momento em que deu-se inicio a agricultura, onde um determinado indivíduo por meio da observação pode constatar que se planta-se as sementes de um determinado fruto, com um certo tempo germinaria e consequentemente podendo-se produzir em maiores quantidades e podendo por um fim na questão do deslocamento dos indivíduos de um lugar para outro, sedentarizando famílias o que irá gerar o surgimento das propriedades privadas dos meios de produção tendo como consequência a divisão de classes.
2 de out. de 2011
O que é uma lei?
É um diploma legislativo (projecto ou proposta de lei) promulgado pelo Presidente da República depois de aprovado pela Assembleia da República.
Antes de sair da AR chama-se decreto e só se transforma em lei depois da aprovação do PR.
A iniciativa legislativa pode partir dos Deputados ou dos Grupos Parlamentares (projectos de lei) e do Governo ou das Assembleias Legislativas Regionais (propostas de lei).
Existe ainda a possibilidade de um grupo de cidadãos eleitores assumirem a iniciativa, exercendo, desta forma, o direito de iniciativa legislativa.
Depois de admitido pelo Presidente da Assembleia, o diploma é objecto de um parecer por parte de uma Comissão especializada seguindo-se o seu debate na generalidade em reunião Plenária. A votação na generalidade incide assim sobre as linhas gerais da iniciativa.
Já o debate e a votação na especialidade consistem numa avaliação de cada artigo individualmente. Dependendo da matéria esta segunda votação pode ser feita em Plenário ou em Comissão.
Finda a discussão e a votação na especialidade, o texto final – a que chamamos Decreto da Assembleia da República e que resulta da aprovação em votação final global em Plenário – é enviado ao Presidente da República para promulgação, após a qual é publicado, como Lei, no Diário da República.
O veto consiste na recusa de promulgação, pelo Presidente da República, dos decretos da Assembleia da República ou do Governo. O veto pode ser político, ou ter por base a decisão do Tribunal Constitucional pronunciando-se pela inconstitucionalidade do documento ou de algumas das suas normas.
Caso seja vetado, o respectivo decreto é devolvido à Assembleia da República solicitando nova apreciação do diploma.
Se a Assembleia confirmar o voto anterior por maioria absoluta dos Deputados em funções o Presidente deverá promulgar o Decreto não podendo vetá-lo novamente.
Em matérias que são da exclusiva competência da Assembleia da República, o Governo pode apresentar uma proposta de lei, pedindo autorização para legislar.
O que é o direito de iniciativa legislativa?
Este direito permite que grupos de cidadãos eleitores possam apresentar projectos de lei e participar no procedimento legislativo.
Os projectos de lei devem ser subscritos por um mínimo de 35.000 cidadãos eleitores e apresentados por escrito ao Presidente da Assembleia da República.
Apesar da lei existir desde 2003, até hoje só foi apresentada e aprovada uma iniciativa legislativa, por parte da Ordem dos Arquitectos.
É um direito universal e gratuito que consiste na possibilidade de apresentar exposições escritas para defesa de direitos, da Constituição, da lei ou do interesse geral. Pode ser exercido junto de qualquer órgão de soberania ou de quaisquer autoridades públicas, à excepção dos tribunais.
Uma vez apresentada, a petição é analisada por uma Comissão competente em função da matéria a que diz respeito.
Qualquer petição subscrita por um mínimo de 1.000 cidadãos é, obrigatoriamente, publicada no Diário da Assembleia e, se for subscrita por mais de 4000 cidadãos, é apreciada em Plenário.
É um instrumento democrático, de participação, através do qual os eleitores são chamados a pronunciar-se directamente sobre determinados assuntos de interesse relevante.
A participação é feita por sufrágio directo e universal, e as decisões são vinculativas quando votam mais de 50% dos eleitores.
No período democrático, houve 3 referendos: dois sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, e um sobre a regionalização.
30 de set. de 2011
Elementos de Teoria Geral do Estado
Os dados teoricos constantes neste livro continuam inteiramente validos para a busca do conhecimento do estado, como tambem a continua e íntegra crenca que esse conhecimento devera ser util para a construção de uma nova sociedade voltada para a realização do bem comum.
OBS: Para baixar esta obra, é só clicar na imagem acima.
Constituição Brasileira
O Senado Federal disponibiliza, em pdf, a Constituição da República Federativa do Brasil, desde o texto promulgado em 1988, incluindo as diversas emendas, conforme o ano e o mês de sua publicação, até a última emenda em vigor: o Texto consolidado até a Emenda Constitucional nº 5 de 18 de dezembro de 2008, com 98 páginas.
OBS:
1º – Para Baixar e te-lo em teu PC é só clicar na imagem.
2º - Se preferir ver “On Line”, acesse esse link CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA
Through the Wormhole – Is There a Creator? [1ª e 2ª Temporada]
1ª TEMPORADA (HDTV) – Download (8872) | (720p) – Download (2053)
2ª TEMPORADA
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EPISÓDIO 04 (HDTV) - Download (815) | (720p) - Download (431)
EPISÓDIO 05 (HDTV) - Download (367) | (720p) - Download (191)
EPISÓDIO 06 [NOVO] (HDTV) - Download (193) | (720p) - Download (103)
(Créditos em alguns episódios: Lucas Steffen)
Novo Código Civil Brasileiro (Download)
Para conhecer os direitos e deveres que possuimos, nada melhor do que consultar diretamente a fonte de informações, encontradas em forma de leis. O grande conjunto de regras - as leis - existentes foram formuladas para dar aos cidadãos a asseguração de poderem viver harmoniosamente entre si e com o estado ao qual fazem parte.
O Código Civil Brasileiro traz 2046 artigos que regem os mais variados aspectos da vida do cidadão brasileiro, dentre eles o direito sobre sua propriedade, relações com o poder judiciário, relações entre cobrador e devedor, definição de heranças e testamentos e vários outros aspectos da lei.
Fonte: Super Downloads
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2º - Se preferir ver “On Line”, acesse esse link CÓDIGO CIVIL
29 de set. de 2011
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